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Histórico do CMBH

Publicado: Quarta, 22 de Agosto de 2018, 18h27 | Última atualização em Quinta, 23 de Agosto de 2018, 14h56 | Acessos: 1432
O Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH) foi uma aspiração que surgiu da grata lembrança do Colégio Militar de Barbacena, criado em 1912 e extinto no fim do ano de 1925.

No transcurso dos trinta anos que se seguiram à extinção do sempre lembrado educandário barbacenense, com a persistência de uma chama que não se apagou, luziu a grande esperança: o ressurgimento da casa de formação dos “pupilos do Exército”, no saudável ambiente do clima, dos costumes e do civismo montanheses.

Em 31 de março de 1955, o Governador Clóvis Salgado, ao assumir o Governo do Estado, proclamou, no seu discurso de posse, o nobre propósito de trabalhar pela recriação do Colégio Militar em Minas, numa solene afirmação que ia ao encontro do programa do Ministro da Guerra, General Teixeira Lott.

Já em 4 de julho de 1955, o Presidente da Assembléia Legislativa encaminhava ao Ministro da Guerra a Indicação nº 200, em que era sugerida a possibilidade de se organizar, em Belo Horizonte, um Colégio Militar, “a fim de possibilitar aos mineiros rápido ingresso nas fileiras do Exército Nacional”.

No dia 12 de setembro de 1955, o Presidente da República, Café Filho, assinava o Decreto nº 37.879, que criou o Colégio Militar de Belo Horizonte. De acordo com o Decreto de criação, o Colégio seria instalado no prédio destinado ao Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), no bairro da Pampulha.

Provisoriamente, funcionou no edifício antes usado pelo Colégio Estadual de Minas Gerais, localizado na avenida Augusto de Lima, próximo ao centro da cidade, até o término das obras na Pampulha.

A inauguração e o início das aulas realizaram-se a 21 de abril de 1956, em solenidade marcante, que contou com a presença do Governador José Francisco Bias Fortes, do General Henrique Teixeira Lott, Ministro da Guerra; do Doutor Clovis Salgado, Ministro da Educação e Cultura; do Arcebispo Metropolitano, Dom Antônio dos Santos Cabral; do Prefeito de Belo Horizonte, Celso Mello Azevedo, entre outras autoridades civis e militares.

Com a conclusão das obras, em fins de 1959, finalmente foi possível o funcionamento do Colégio, totalmente reunido na Pampulha, a partir de 1960.

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